- Os Dragões de Lisboa

Orgãos Sociais 2018/ 2019 

 

Ao dia 10 de Maio de 2018, tomaram posse os novos Órgãos Sociais para o biénio 2018-2019, da Delegação n.º 1 do F.C. Porto "Os Dragões de Lisboa", com a presença do Ex.mo Sr. Presidente das Filiais e delegações Alípio Jorge Fernandes.

 

Assembleia Geral

Presidente: Dr. Renato Amorim Damas Barroso, n.º 116

Vice-Presidente: Dr. Daniel Marinho Soares Oliveira, nº. 85

1.º Secretário: Dr. Humberto Duarte Teixeira, nº. 1622

 2.ª Secretária: Drª. Ana Sofia Falcão Correia Galinho, nº. 2134

 

Concelho Fiscal 

Presidente: Dr. Antonio Teixeira, nº. 129

1.º Secretário: Dr. Augusto Torres Boucinha, nº. 82

2.ª Secretária: Drª. Carla Jacinta Garruço Almeida, nº. 2190

 

Direcção

Presidente: Dr. José António Truta Pinto Rabaça, nº. 83 

Vice-Presidente: Dr. Rui Fernando de Sousa Brandão, nº. 1876

Tesoureiro: Dr. Joaquim Miguel Cabral Teixeira, nº. 1017

Secretário: Dr. António Henrique Tavares e Castro, nº. 1780

Directora: Ana Maria de Fátima Ferreira Dinis, nº. 184

Director: Celso Alcino Vieira Gomes, nº. 166

Director: João António Mendes Viçoso, nº. 1977

Director: Joaquim Ribeiro, nº. 1093

Directora: Drª. Luzia Filinto Osório Sousa Godinho, nº. 1396

Director: Sérgio Bruno Pinto Mendes Viçoso, nº. 1979

 

 - Os Dragões de Lisboa
Gerada em 26 de Janeiro de 1970, a Delegação Nº1 do Futebol Clube do Porto, em Lisboa, assumiu-se desde a primeira hora, como um local privilegiado de contacto entre os portistas da capital.

Presidiu a essa inauguração, o então Presidente do Futebol Clube do Porto, Exmo Sr. Afonso Pinto de Magalhães e desde logo entre a delegação e a casa mãe se criaram laços de grande afectividade e cooperação, no contínuo trabalho de exaltação das cores azuis e brancas. 

Localizada na Avª da Liberdade, os tempos de verdadeiro amadorismo que então reinavam nas modalidades ditas amadoras, levaram a que muitas vezes, nas instalações da Delegação, as equipas do F.C. Porto de andebol, atletismo, natação, basquetebol e hóquei em patins jantassem e pernoitassem, quando se deslocavam a Lisboa. 

Mais tarde e a viver então na Avª António José de Almeida, num célebre jantar comemorativo do seu aniversário, a Delegação viveu um espantoso momento de fervor clubístico, ainda mais significativo por se realizar após um jogo em que a derrota da equipa de futebol em Alvalade hipotecava, em definitivo, as esperanças de alcançar o então, tão almejado tri. 

Impressionado por tão genuína e grandiosa paixão pelo FC Porto, o Exmo Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa prometeu, aos portistas de Lisboa, que dentro de um mês lhes traria o título de Campeão Europeu. 

A promessa foi, como se sabe, integralmente cumprida, e Lisboa assistiu, nessa gloriosa noite de 27/05/87, à festa de um imenso mar de gente, o qual tendo-se concentrado junto às portas da Delegação, veio depois a inundar as ruas da capital, na comemoração daquela que seria a primeira de várias conquistas europeias e mundiais que levaram o nome do Futebol Clube do Porto a níveis nunca imaginados por várias gerações de portistas. 

Esse mérito e esse reconhecimento, devem-se naturalmente a todos os que trabalharam no Clube nestes anos, sob a égide inigualável do Presidente Pinto da Costa, em cuja presidência o F.C. Porto alcançou um nome e um prestigio mundiais, um inultrapassável elenco de títulos, um espírito de vencer, um sentido de vitoria, uma mística de conquista e um novo símbolo de ganhar; o Dragão. 

Mas não é só pelo muitíssimo que fez e faz ganhar ao Clube, que a Delegação do F.C. Porto em Lisboa para sempre estará reconhecida ao Presidente Pinto da Costa. 

É também pelo que fez à própria Delegação. 

Ciente da importância que esta tem para com o Futebol Clube do Porto, foi em 1988 adquirido pelo Clube o andar da Avª da República, uma das artérias mais centrais da capital, para onde se mudou a Delegação e onde ainda hoje cumpre a sua função de representação do F.C. Porto em Lisboa. 

Tendo a honra de ser a Delegação nº1 do F.C. Porto, esta casa teve desde então, a felicidade de viver em instalações que são propriedade do Clube, assumindo desde aí, a designação de "Dragões de Lisboa – Delegação do Futebol Clube do Porto". 

Esta ligação umbilical entre os Dragões de Lisboa e o F.C. Porto, esse prolongamento do Clube em Lisboa através da sua Delegação, é simbolicamente representado pela circunstância de os Dragões de Lisboa serem a única delegação do Futebol Clube do Porto em que o Presidente da Assembleia Geral é indicado pelo Clube, não sendo por isso submetido a sufrágio aquando da eleição dos Corpos Sociais daquela. 

Como um dia disse o Nosso Presidente, "é mais difícil ser-se portista em Lisboa". 

Todos temos consciência dessa dificuldade, ainda que hoje, em boa verdade, após trinta anos de múltiplas vitórias, seja bem mais fácil do que acontecia quando a Delegação foi inaugurada, já lá vão 40 anos. 

Mas se, apesar de tudo e por razões óbvias, ainda se pode dizer que é mais difícil ser portista em Lisboa, não deixa também de ser verdade, que as vitórias e as conquistas, têm um sabor diferente quando vividas na capital. 

Isso mesmo se reflecte na renovada conquista de novos sócios para os Dragões de Lisboa, muitos deles nascidos na capital e em cuja história de vida se multiplicam os títulos ganhos em tom azul e branco. 

Esses novos associados, habituados a ganhar, tornam ainda mais premente a necessidade da representação do F.C. Porto na capital estar ao nível da crescente grandeza do Clube. 

Daí que seja um enorme prazer que essa exigência de vitória do F.C. Porto se transmita aos Dragões de Lisboa, como é exemplo lapidar o facto da sua equipa de bilhar às três tabelas, no primeiro ano que competiu, se ter sagrado Campeã Nacional da 2ª divisão. 

É pois com um profundo sentido de responsabilidade, que os Dragões de Lisboa têm procurado, ano após ano, engrandecer condignamente o F.C. Porto, numa ligação muito estreita com este, cimentada pela permanente representação institucional do Clube em Lisboa e pela contínua presença do Presidente Pinto da Costa e de inúmeros dirigentes do F.C. Porto nas festas de aniversário dos Dragões de Lisboa e nos actos de posse dos seus Corpos Sociais. 

Só assim, 41 anos passados após o nascimento da Delegação, poderemos continuar a merecer a confiança do Clube, honrar a memória de quem nos precedeu e desejar que quem vier, faça sempre mais e melhor, para glória do Futebol Clube do Porto.

  
ESTATUTOS ATUALIZADOS
 
                                             CAPÍTULO PRIMEIRO
DENOMINAÇÃO, DOMICÍLIO E DURAÇÃO
 
ARTIGO PRIMEIRO
Na esteira da agremiação homónima criada em vinte e seis de Janeiro de mil novecentos e setenta, é formalmente legalizada a Delegação do Futebol Clube do Porto em Lisboa, sob a forma de Associação com a designação de OS DRAGÕES DE LISBOA - DELEGAÇÃO DO FUTEBOL CLUBE DO PORTO.
 
ARTIGO SEGUNDO
A Associação tem a sua sede em Lisboa, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, na Avenida da República, número quarenta e oito, letra “B”, segundo andar esquerdo.
 
ARTIGO TERCEIRO
A duração da Associação é por tempo indeterminado, extinguindo-se ou dissolvendo-se pelos modos e causas previstos na lei e nos presentes estatutos.
 
CAPÍTULO SEGUNDO
FINS
 
ARTIGO QUARTO
A Associação tem por objecto a criação de um espaço de convívio e de dinamização de actividades culturais, recreativas e desportivas em benefício dos seus associados.
 
 ARTIGO QUINTO
Para a realização dos fins da Associação poderá a mesma promover além doutras as seguintes actividades:
UM -Aproximar a família portista, em especial na área de influência de Lisboa;
DOIS - Captar novos aderentes para a família portista residentes na mesma área;
TRÊS - Engrandecer e projectar a imagem do Futebol Clube do Porto, tendo sempre presentes os superiores interesses do nosso clube;
QUATRO - Representar o Futebol Clube do Porto e seus interesses na área da Associação, sempre que tal lhe for solicitado pelos Corpos Gerentes do Clube e não colida com a sua própria autonomia; e
 
CINCO - Prestar toda a colaboração ao Futebol Clube do Porto em todas as áreas possíveis, desde que solicitada pelos Corpos Gerentes do clube e não colida com a sua própria autonomia.
 
CAPÍTULO TERCEIRO
 
ARTIGO SEXTO
COMPOSIÇÃO
A Associação é composta por:
UM - Sócios
DOIS - Assembleia Geral
TRÊS - Corpos Gerentes
 
CAPÍTULO QUARTO
SÓCIOS
 
ARTIGO SÉTIMO
CATEGORIAS
Os sócios são efectivos, de mérito e de honra.
  
 ARTIGO OITAVO
UM -São sócios efectivos denominando-se fundadores os indivíduos que à data da entrada em vigor destes estatutos, estejam no pleno gozo dos seus direitos de sócio da associação ora legalizada;
DOIS - São também sócios efectivos, a partir da respectiva aprovação pela Direcção da Associação, os indivíduos maiores que requeiram a respectiva admissão;
TRÊS - Os requisitos mínimos necessários dos sócios efectivos são:
a)   - Residir, em princípio, na área urbana da Associação ou nos concelhos limítrofes;
b)   - Serem propostos por um sócio efectivo com o mínimo de um ano de efectividade e no gozo de todos os seus direitos;
c)    Serem sócios ou adeptos do Futebol Clube do Porto;
d)   Pagarem a jóia estabelecida pela Assembleia Geral;
QUATRO - Perde a qualidade de sócio:
a)   - O que comunique, por escrito, a vontade de se exonerar à Direcção e desde que esta se pronuncie em conformidade;
b)   Aquele a quem for aplicada a pena de perda de categoria de sócio.
 
ARTIGO NONO
SÓCIOS DE MÉRITO
São sócios de mérito as pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, que justifiquem essa distinção pelos relevantes serviços prestados à Associação e adquiram essa categoria por aprovação da Assembleia Geral, mediante proposta da Direcção ou por um mínimo de cinquenta sócios efectivos.
 
ARTIGO DÉCIMO
SÓCIOS DE HONRA
São sócios de honra as pessoas singulares ou colectivas, nacionais ou estrangeiras, que justifiquem essa distinção pelos relevantes serviços prestados ao País, ao Futebol Clube do Porto ou a qualquer outra causa e adquiram essa categoria por aprovação da Assembleia Geral, mediante proposta da Direcção ou por um mínimo de cinquenta sócios efectivos.
  
ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
DIREITOS DOS SÓCIOS
a)   Participarem na Assembleia Geral;
b)   - Exercerem o direito de voto na Assembleia Geral;
c)    Serem eleitos para os Corpos Gerentes;
d)   Requererem a convocação de Assembleia Geral nos termos previstos nestes estatutos;
e)   Frequentarem as instalações e utilizarem os serviços da Associação;
f)    Receber os estatutos e outras publicações da Associação nas condições que vierem a ser definidas pela Direcção;
g)   Receberem um exemplar do Relatório e Contas da Gerência, desde que o requeiram;
h)   Usufruírem das demais vantagens que a Associação conceder aos sócios;
i)     Os demais que lhes sejam ou venham a ser reconhecidos pelos estatutos ou por deliberação dos órgãos sociais na esfera da sua competência;
DOIS - São direitos dos sócios de mérito e dos sócios de honra todos os previstos no número anterior com excepção, se não forem também sócios efectivos, dos referidos nas alíneas a), b), c) e g).
 
ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO
DEVERES DOS SÓCIOS
São deveres dos sócios efectivos:
 
 
UM - Promoverem o desenvolvimento e o prestígio da Associação e do Futebol Clube do Porto e contribuírem, dentro das suas possibilidades, para a plena realização dos seus objectivos;
DOIS - Exercerem os cargos para que tenham sido eleitos ou designados pela Assembleia Geral;
TRÊS - Participarem nas reuniões da Assembleia Geral e nas demais actividades abertas à pluralidade dos sócios;
QUATRO - Cumprirem os preceitos estatutários e as deliberações da Assembleia Geral e dos Corpos Gerentes tomados na esfera da competência dos mesmos;
CINCO - Pagarem pontualmente as quotas e demais contribuições fixadas pela Assembleia Geral;
  SEIS - Adquirirem o cartão de identificação de sócio;
SETE - Absterem-se de condutas que atentem contra o bom nome ou fins da Associação ou do Futebol Clube do Porto.
 
ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
REGIME DISCIPLINAR
UM - Por violação dos deveres estatutários podem ser aplicados aos sócios consoante a gravidade da infracção, as seguintes sanções:
a)   - Repreensão;
b)   - Suspensão de direitos;
c)    - Perda de categoria de sócio.
DOIS - São garantidos aos sócios os direitos de audiência prévia e de livre defesa.
TRÊS - As sanções previstas em UM a) e UM b) são da competência da Direcção em função da gravidade das infracções cometidas. Da repreensão, se dada por escrito, e da suspensão de direitos caberá recurso para a Assembleia Gera, a interpor, mediante petição escrita, devidamente fundamentada pelo sócio, no prazo de quinze dias a contar do conhecimento da correspondente deliberação, que lhe será comunicada no prazo de cinco dias em carta registada e com aviso de recepção.
QUATRO - A sanção prevista na alínea c) do número um é da competência da Assembleia Geral por iniciativa fundamentada da Direcção, ou por um número mínimo de vinte sócios efectivos, sem prejuízo do disposto no número dois.
 
CAPÍTULO QUINTO
ASSEMBLEIA GERAL
 
ARTIGO DÉCIMO QUARTO
COMPOSIÇÃO
A Assembleia Geral é o órgão soberano da Associação, sendo constituído pelo conjunto de sócios efectivos no pleno gozo dos seus direitos.
   
ARTIGO DÉCIMO QUINTO
COMPETÊNCIA
Compete à Assembleia Geral deliberar sobre todas as matérias não compreendidas nas atribuições legais ou estatutárias dos Corpos Gerentes e designadamente sobre:
UM - A eleição e destituição dos Corpos Gerentes, com excepção do Presidente da Mesa da Assembleia Geral;
DOIS - A aprovação e alteração dos estatutos;
TRÊS - A aprovação do Relatório e Contas da Direcção;
QUATRO - A extinção da Associação, forma de liquidação e de atribuição do seu Património;
CINCO - O exercício da acção disciplinar;
SEIS - A actuação da Direcção;
SETE - Matérias submetidas à sua apreciação pela Direcção ou pelos sócios e inscritas na ordem de trabalhos;
OITO - Propostas da atribuição da categoria de sócios de mérito ou sócios de honra;
NOVE - Louvor de qualquer sócio ou grupo de sócios;
DEZ - Fixação dos quantitativos de jóia e das quotas.
 
ARTIGO DÉCIMO SEXTO
SESSÕES
UM - A Assembleia Geral reúne em sessão Ordinária ou Extraordinária.
DOIS - Reúne em sessão Ordinária:
a)   - Obrigatoriamente de dois em dois anos, até ao último dia de Fevereiro, para eleição dos Corpos Gerentes e anualmente para apresentação e aprovação do Relatório e Contas e respectivo parecer do Conselho Fiscal;
TRÊS - Reúne em sessão Extraordinária:
a)   - Por decisão do Presidente da Mesa da Assembleia Geral;
b)   - Por solicitação da Direcção;
c)    - A pedido do Conselho Fiscal;
d)   A requerimento escrito, dirigido ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral por pelo menos trinta sócios efectivos;
 e)   Quando a Assembleia Geral assim o deliberar.
 
ARTIGO DÉCIMO SÉTIMO
CONVOCATÓRIAS
UM - A Assembleia Geral é convocada, pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, por meio de aviso postal, expedido para cada um dos associados com a antecedência mínima de oito dias ou mediante a publicação do respectivo aviso nos termos legalmente previstos para os actos das sociedades comerciais, sendo também afixado, pelo menos um exemplar, em local bem visível da sede social.
DOIS - Cumulativamente com os meios previstos no número anterior, a realização da Assembleia Geral poderá ainda ser divulgada através de anúncio publicado num jornal diário da capital ou por qualquer meio de transmissão electrónica de dados.
TRÊS - Nas convocatórias figurarão além do dia, hora, local e respectiva ordem de trabalhos, todos os elementos cujo conhecimento for julgado necessário para o bom funcionamento da Assembleia Geral.
 
ARTIGO DÉCIMO OITAVO
FUNCIONAMENTO
UM - A Assembleia Geral começará à hora previamente marcada desde que estejam presentes, pelo menos, a décima parte dos sócios efectivos existentes. Se tal não se verificar, terá a mesma início uma hora depois com a presença de qualquer número de sócios.
DOIS - A Assembleia Geral exprime a sua vontade pela votação individual dos sócios presentes, podendo a indicação de voto ser positiva, negativa ou de abstenção.
TRÊS - As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria simples de votos, sem prejuízo do fixado no número seguinte.
QUATRO - Só poderão ser tomadas por maioria qualificada as seguintes deliberações:
a)   - De dois terços dos sócios presentes:
 A perda de categoria de categoria de sócio;
 A alteração dos estatutos.
b)   - De três quartos dos sócios da Associação:
 A extinção da Associação.
CINCO - As votações para eleição dos Corpos Gerentes são obrigatoriamente nominais e secretas.
 
CAPÍTULO SEXTO
CORPOS GERENTES
 
SECÇÃO PRIMEIRA
DESIGNAÇÃO, POSSE E REGRAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO
 
ARTIGO DÉCIMO NONO
DESIGNAÇÃO
São os seguintes os Corpos Gerentes da Associação:
UM - Mesa da Assembleia Geral
          Direcção
          Conselho Fiscal
DOIS - Os Corpos Gerentes são eleitos por dois anos, sendo permitida a reeleição.
 
ARTIGO VIGÉSIMO
POSSE
Entre cinco e trinta dias em seguida à eleição, o Presidente da Assembleia Geral cessante dará posse aos novos Corpos Gerentes.
 
ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO
REGRAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO
UM - Os Corpos Gerentes da Associação deverão ser sócios do Futebol Clube do Porto, só podendo ser eleitos para os cargos de Presidentes os que forem, à data, sócios efectivos daquele.
DOIS - As deliberações dos Corpos Gerentes são tomadas à pluralidade de votos, estando presentes a maioria legal dos seus membros e tendo o Presidente além do seu voto, direito a voto de qualidade.
TRÊS - As deliberações dos Corpos Gerentes constarão da acta que, depois de lida e aprovada na primeira reunião subsequente, constituindo o único meio de prova daquelas.
 
SECÇÃO SEGUNDA
MESA DA ASSEMBLEIA GERAL
 
ARTIGO VIGÉSIMO SEGUNDO
CONSTITUIÇÃO
A mesa da Assembleia Geral tem a seguinte constituição:
UM - Presidente.
DOIS - Vice-Presidente.
TRÊS - Primeiro Secretário.
QUATRO - Segundo Secretário.
PARÁGRAFO ÚNICO - O Presidente da mesa da Assembleia Geral será nomeado pelo Futebol Clube do Porto, devendo ser escolhido de entre os sócios da Associação com mais de dois anos de filiação, tendo em consideração os superiores interesses do Clube e da Associação.
 
ARTIGO VIGÉSIMO TERCEIRO
COMPETÊNCIA
UM - Compete ao Presidente da Mesa:
a)   - Convocar as reuniões da Assembleia Geral;
b)   - Dirigir os trabalhos das reuniões;
c)    - Empossar os Corpos Gerentes eleitos pela Assembleia Geral;
d)   - Mandar fazer a chamada nas votações nominais;
e)   - Autenticar as actas com a sua assinatura depois de aprovadas pela Assembleia Geral;
f)    - Submeter os pontos da ordem de trabalhos à discussão e pô-los à votação, finda aquela;
g)   - Informar a Assembleia e ditar para a acta os resultados das deliberações da Assembleia;
h)   – Exercer o direito de voto de qualidade no caso de empate.
DOIS - Compete ao Vice-Presidente substituir o Presidente nos seis impedimentos.
TRÊS - Compete aos Secretários coadjuvar o Presidente e o Vice-Presidente nas suas funções, assegurar todo o expediente da Assembleia e escrituração das actas das sessões.
 
SECÇÃO TERCEIRA
DIRECÇÃO
 
ARTIGO VIGÉSIMO QUARTO
CONSTITUIÇÃO
A Direcção da Associação é constituída por:
UM - Presidente.
DOIS - Vice-Presidente.
TRÊS - Secretário.
QUATRO - Tesoureiro.
CINCO – Número ímpar de vogais, num mínimo de três.
 
ARTIGO VIGÉSIMO QUINTO
COMPETÊNCIA
Compete à Direcção:
UM - A representação da Associação em juízo e fora dele, por intermédio do seu Presidente, ou de qualquer dos seus membros em que para o efeito delegue, ou de mandatários para o efeito constituídos;
DOIS - Promover os actos necessários à realização dos fins da Associação;
TRÊS - A administração do património da Associação;
QUATRO - A aceitação de doações, legados ou heranças;
CINCO - O reconhecimento da qualidade de sócio efectivo;
SEIS - O exercício da acção disciplinar nos termos do disposto nos estatutos;
SETE - Dar execução às deliberações da Assembleia Geral;
OITO - Propor a convocação de Assembleias Gerais;
NOVE - Propor à Assembleia Geral, com os devidos fundamentos, a admissão de sócios de mérito e sócios de honra;
DEZ - Criar os órgãos internos necessários ao seu funcionamento;
ONZE - Elaborar o regulamento para o serviço interno da sede;
DOZE - Apresentar à Assembleia Geral e referido a trinta e um de Dezembro, o relatório de actividades e as contas do exercício;
TREZE - Contratar o pessoal necessário ao funcionamento da Associação e fixar-lhe os vencimentos;
CATORZE - Dirigir aos sócios, sempre que o entender conveniente, informação sobre a situação da Associação e actividades previstas;
 
QUINZE - Apoiar administrativamente a Mesa da Assembleia Geral;
DEZASSEIS - Submeter à aprovação da Assembleia Geral, após parecer do Conselho Fiscal, a aquisição, alienação ou oneração de imóveis ou a alienação de quaisquer outros bens patrimoniais de significativo valor histórico ou cultural;
DEZASSETE - Os demais poderes que expressamente lhe sejam ou venham a ser conferidos pelos estatutos ou pela lei.
 
SECÇÃO QUARTA
CONSELHO FISCAL
 
ARTIGO VIGÉSIMO SEXTO
CONSTITUIÇÃO
O Conselho Fiscal tem a seguinte constituição:
UM - Presidente.
DOIS - Primeiro Secretário.
TRÊS - Segundo Secretário.
 
ARTIGO VIGÉSIMO SÉTIMO
COMPETÊNCIA
Compete em geral ao Conselho Fiscal fiscalizar a legalidade e conformidade de todos os actos com os estatutos da Associação e designadamente:
UM - Verificar a correcção das contas da Associação;
DOIS - Verificar periodicamente as existências em caixa;
TRÊS - Controlar a verdade e actualização do inventário;
QUATRO - Apresentar à Assembleia Geral o seu parecer sobre as contas e relatório;
CINCO - Emitir pareceres que na sua competência lhe sejam solicitados pela Direcção ou pela Mesa da Assembleia Geral;
SEIS - Denunciar por escrito ao Presidente da Direcção, com cópia para o Presidente da Mesa da Assembleia Geral as ilegalidades e irregularidades que detectar;
SETE - Solicitar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral a reunião das Assembleias Gerais Extraordinárias, sempre que as considere necessárias para o tratamento de assuntos da sua competência estatutária;
OITO - Solicitar à Direcção os elementos necessários ao cumprimento das suas funções estatutárias.
 
CAPÍTULO SÉTIMO
DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS
 
ARTIGO VIGÉSIMO OITAVO
CORPOS GERENTES TRANSITÓRIOS
Dirigem a Associação até à primeira eleição estatutária dos Corpos Gerentes, os membros que neste momento desempenham aqueles cargos, na agremiação já existe.
 
ARTIGO VIGÉSIMO NONO
ELEIÇÃO DOS PRIMEIROS CORPOS GERENTES
No prazo máximo de sessenta dias após entrada em vigor destes estatutos deverão realizar-se eleições para os Corpos Gerentes, sendo a Assembleia Geral e a respectiva mesa constituídas, aquela, pelos sócios efectivos e esta pelos membros que actualmente a constituem, com referência à agremiação já existente e que estes formalizam.
 
CASOS OMISSOS
As lacunas dos presentes estatutos e dos regulamentos que eventualmente venham a ser aprovados, serão resolvidos pela Direcção que poderá para o efeito solicitar convocação de Assembleia Geral, tendo em consideração o espírito destes estatutos e como elemento subsidiário, as disposições estatutárias do Futebol Clube do Porto.
 
[an error occurred while processing this directive] [an error occurred while processing this directive]